Aplicação da água

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Técnicas de administração (Modo de usar):

Balneoterapias (Banhos).

Os banhos de imersão constituem processos e eficazes para a absorção dos gases radioativos, principalmente pela pele. Sendo a penetração radiônica, a duração dos banhos deve ser de 16 a 60 minutos,a temperatura de 32° a 36° C . O tratamento deve ser de 3 a 6 semanas com o mínimo de 20 e no max. de 40 banhos, tomados diariamente uma vez por dia. É recomendável respirar bem perto da superfície da água para melhorar a absorção dos gases radioatiativos. Após o banho fazer repouso de 1 hora.

Uso Hidropínico(ingestão).
Cura radioativa. Para a cura radioativa as águas devem ser ministradas na quantidade de 600 a 1200 cm3 por dia, em doses fracionadas( 100 a 200cm3) , depois das refeições. As substâncias gordurosas as alimentação retém gases radioativos, prolongando assim sua ação. Evitar dose noturna considerando- se o efeito diurético. Cura de diurese. A ação diurética é fato comprovado e aceito nas águas radioativas. O volume diário de água a ser ministrado é o mesmo que foi eliminado na véspera e assim ir subindo pouco a pouco.

Inaloterapia.
A mucosa respiratória constitui a via fácil para administrar a água radioativa. O tempo de aplicação na inaloterapia varia entre 15 a 60 minutos, de acordo com a tolerância e a resposta obtida. Em média efetuam-se 20 seções, uma por dia, depois repouso de 15 a 20 minutos. Os métodos empregados na inaloterapia constam a pulverização, inalação e nebulização.

Tipo de aquífero:
O aqüífero hidrotermal (37° C) do Gravatal é o tipo, onde a água mineral encontra-se sob pressão hidrostática maior que a pressão atmosférica, no local da surgência. A pressão hidrostática deste aqüífero é suficientemente grande para elevar água (superfície piezométrica) acima da superfície do solo, resultando numa surgência natural, espontânea, jorrante.

Qualidade de água mineral:
A água mineral do Gravatal, quando comparadas com padrões mundias de potabilidade, pode ser considerada de ótima qualidade, primeiramente pela ausência de sais minerais em altas doses, pois é oligomineral, o que confere a água um bom paladar. A radioatividade (24,8U M) e a temperatura (isotermal) conferem a água do Gravatal excelente condições crenoterápicas e de balneabilidade (ótimo em balneário, junto as fontes em estância hidrotermais).

Inidicação das águas oligominerais radiotativas:

I - Balneoterapia:

1. Reumatismo (fases de cronicidade e quiescência sistomática)
a) Artroapatias crônicas degenerativas;
b) Reumatismo gotoso (banhos entre 30° a 34° C);
c) Reumatismo extra- aticulares: fibrose ( mialgias, miosites, tenossinovites, bursites, etc...).

2. Estados congestivos e aspasmódicos das vísceras abdominopélvicas.
3. Varicosidades dos membros inferiores ( pela pressão da massa hídrica do banho e estimulação circulatório).
4. No pós- traumático e no pós- cirúrgico (especialmente ortopédico: mobilização e reeducação- funcional).
5. Seqüelas reumáticas crônicas ( reeducação funcional).
6. Dermatoses secas pruriginosas (ação sedativa, banhos indiferentes).
7. Seqüelas de herpes zoster (algias pós- zonosas).
8. Estados emotivos.
9. Hipertensão e hipotensão ( a radioatividade é hipotensiva nos hipertensos e hipertensiva nos hipotensos).

II - Uso hidropínico:

1. Cura diurese (lavagens humoral, renal e hepática) provocando acentuada remoção de edemas e escórias orgânicas, com aumento da diurese líquida e sólida (catabólitos).
2. Intoxicação hepatorrenais.
3. Litíase do aparelho urinário e da vesícula biliar( tratamento preventivo no monento oportuno da medicação, com necessidade de diagnóstico clínico circunstanciado e controle radiográfico).
4. Distúrbios provocados pelo ácido úrico.
5. Glomerulonefrites não hidrogênicas ( sem insuficiência renal)
6. Aumento sanguíneo da uréia, colesterol e triglicerídeos.
7. Inflamações crônicas das vias urinárias: pelite e sistíte ( ações sedativas e descongestionantes).
8. Síndrome alérgicas.
9. Estado endotóxico de estafa.

III- Inaloterapia:

1. Rinites, especialmente alérgicas.
2. Asma e processos asmatiformes.
3. Afecções bronquiais crônicas (ação fluidificante das secreções e efeito anticatarral)
4. Bronquite dos pulmões.

Contra-indicações:

1- Via hidropínica e cura de diurese.
a) cardíacos descompensados;
b) Hipertensão desequilibrada e grave;
c) Enfermidades hepáticas graves (cirrose epatomegalias);
d) Glometulonefrites agudas;
e) Nefrites crônicas hidropigênicas;
f) Insuficiência purimigênica;
g) Albuminúrias superiores a 3%;
h) Afecções que dificultam a eliminação da urina ( má formações, hipertrofia da próstata);
i) Carcinomas, especialmente dos aparelhos digestivos e urinários.

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